sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Histórico do 47º G.E. Tupanciguara

O Grupo Escoteiro Tupanciguara foi fundado em 26 de maio de 1952. A reunião de fundação ocorreu nas dependências da extinta Escola Industrial Hugo Taylor, situada na avenida Rio Branco, esquina com a Rua dos Andradas, em Santa Maria, RS. A sessão foi presidida pelo Irmão Bento Labre e teve a presença dos chefes escoteiros, Irmão Luíz Augusto e Irmão Urbano Mário, além de professores da referida escola e ainda por vários jovens interessados em praticar o escotismo.
O nome Tupanciguara foi escolhido acatando-se sugestão do Irmão Luíz Augusto e que significa Recanto da mãe de Deus. Foi escolhida a Nossa Senhora Medianeira como padroeira do Grupo Escoteiro Tupanciguara. O Irmão Bento Labre foi escolhido para ser o 1º Diretor-presidente do Grupo Escoteiro Tupanciguara. A partir de então 15 meninos começaram a preparar-se para fazer sua promessas. A promessa deles acorreu em 3 de setembro de 1952.
As primeiras patrulhas foram: Águia, Guará e Lobo. Os meninos quando iam acampar, levavam o material em uma carrocinha, e o deslocamento era à pé como é, até hoje, nosso costume. Iam em fila indiana, cantando músicas escoteiras.
O Grupo Escoteiro Tupanciguara foi crescendo e em 1958 estava com duas tropas de escoteiros: a Tupanciguara e a Tiarajú. As patrulhas eram: Lobo, Guará e Águia da Tupanciguara e a Graxaim, Leão e Cavalo da Tiarajú. Também foi criada a Quero-Quero, por pouco tempo.
O Grupo Escoteiro Tupanciguara continuava crescendo e em 21 de Abril de 1960, foi a data da abertura do Ramo Lobinho, batizada Alcatéia Tupandi , tendo como primeiro akelá o Chefe Guaporé que tinha curso para tal.
Em 23 de Abril de 1961, dia do escoteiro, num Fogo de Conselho solene, o Comissário Distrital de Santa Maria, Wilson Dias, autorizou a abertura da nossa Tropa Sênior, para meninos apartir de 15 anos. Ela foi batizada de Tropa Sênior Tupambaé. Contava com duas patrulhas: A Zeso Leal e a Caio Martins.
Entretanto, ainda em 1961 os Irmãos Bento Labre e Luiz Augusto foram transferidos de Santa Maria. Isto provocou o enfraquecimento do Grupo Escoteiro Tupanciguara. A nova diretoria da Escola Hugo Taylor pediu para que o Grupo Escoteiro Tupanciguara desocupa-se as instalações e tivemos que nos transferir para um prédio abandonado cedido por esta nova diretoria. Ele localizava-se na Rua José do Patrocínio, 26. Após instalar-se continuamos a praticar o escotismo.
Em 1965, auxiliando a Alcatéia Tupandi, iniciou a presença feminina no Grupo Escoteiro Tupanciguara. Neste mesmo ano, alguns escoteiros do Grupo participaram do Jamboree Panamericano, no Rio de Janeiro.
Em 1968, o Grupo Escoteiro Tupanciguara teve que mudar-se novamente. Fomos então para o prédio da ação social, na Avenida Rio Branco, junto à Catedral Diocesana.
Mas logo a seguir o Grupo Escoteiro Tupanciguara teve que dividir-se para poder continuar suas atividades. Lobinhos e Escoteiros foram para um chalé no pátio da Escola Santa Catarina, no Bairro Itararé. A Tropa Sênior foi para um chalé cedido pelo emérito colaborador Waldemar Bresolim na Rua Visconde de Pelotas, 412. O Clã de Pioneiros reuniu-se na Igreja do Bom Fim, na Rua Venâncio Aires.
Nesta época, o Grupo Escoteiro Tupanciguara destaca-se pelas grandes viagens de seus escoteiros, os “Raides”. Chegamos no Rio de Janeiro, Brasília, Amazonas, Paraguai e em outras grandes aventuras.
Em 1976, o Grupo Escoteiro Tupanciguara ganhou um terreno para erguer sua sede própria. Após os tramites legais e após cansativas, mas eficazes campanhas financeiras, construímos a sede atual na Avenida Liberdade, 350.
Na década de 80 e 90 o Grupo Escoteiro Tupanciguara participou de Jamborees em outros países, com alguns membros, entre outras atividades.
Destacamos o mês de abril de 1998, data em que houve uma reunião de dirigentes e escotistas no Sítio denominado TAFARA CAMP, onde deu-se o início ao projeto que mais tarde virou Best Seller para o Movimento Escoteiro Publicações TAFARA, o Grupo Escoteiro Tupanciguara fez parte desta equipe, destacando-se em duas das publicações em especial "Série Ser Escoteiro é O Sistema de Patrulhas e Série Ser Escoteiro é Fogo de Conselho".
Em setembro de 2002, com um acampamento na Estação Experimental, o Grupo Escoteiro Tupanciguara comemorou seus 50 anos junto aos demais grupos escoteiros do 4º Distrito.
Do ano de 2002 à 2009 somaram-se sete anos de muitas alegrias e algumas tristezas, períodos de muitas transições, fechamento de ramos e evasão por falta de estrutura e chefias comprometidas, mas durante estes tempos, muitas crianças e jovens passaram pelo Grupo Escoteiro Tupanciguara, alguns deixando sua marca, alguns permanecendo e outros mesmo à distância são irmãos de ideal e de Tupã. A vinha sofrendo a ação do tempo, das chuvas e até mesmo de ladrões, mas a chefia, composta integralmente por ex-escoteiros do Grupo, buscou manter as atividades e a chama do espírito de Baden Powell vivas.
Em 20 de dezembro de 2009, inaugura o 68º G.E. Imembuí, tendo o Grupo Escoteiro Tupanciguara como Padrinho de fundação. Grupo este que nasceu da ideia de ser uma tropa escoteira destacada da Tupanciguara, e que fundiu-se a Tupanciguara definitivamente em outubro de 2011. Esta fusão teve como marco o iniciou do processo de reabertura dos ramos inativos , revitalizando da sede no mesmo período o Grupo Escoteiro Tupanciguara desempenhou um papel importante para o escotismo na região central do estado, criando o Blog Distrital, e na Coordenação do Ramo Escoteiro do 4º Distrito, tendo como Coordenador o então Chefe da Tropa Escoteira Tiaraju Chefe Cristiano Valau Soares. Foram muitas as atividades marcantes, como o Fogo de Conselho dos 100 anos de Escotismo no Brasil, Curso de Monitores Distrital para o Ramo Escoteiro, Iº e IIº Jangadão e o Iº Acampatec Distrital dos Ramos Escoteiro / Sênior do 4º Distrito.  
E é com esse intuito que o blog nasceu para mostrar como é feito Escotismo no coração do Rio Grande do Sul. Através do blog, queremos reencontrar amigos, buscar a colaboração de todos interessados no Movimento Escoteiro, contar um pouquinho sobre nossas atividades e construir os próximos 60 anos do nosso tão amado Grupo Escoteiro Tupanciguara!
Sejam bem vindos!

O Fundador

Fundado por Lorde Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, é um movimento mundial, educacional, voluntariado, apartidário, sem fins lucrativos. A sua proposta é o desenvolvimento do jovem, por meio de um sistema de valores que prioriza a honra, baseado na Promessa e na Lei escoteira, e através da prática do trabalho em equipe e da vida ao ar livre, fazer com que o jovem assuma seu próprio crescimento, tornar-se um exemplo de fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina.



Semana da Pátria 2012




             Solenidade de Abertura da Semana da Pátria
             Concentração: 09h30
             Solenidade de Abertura: 10h00
             Requisitos:  
             - Cantar o Hino Nacional Brasileiro e Hino da Independência
             - Escalar um escoteiro por grupo para o hasteamento das bandeiras

             Escala:
             01º setembro (sábado) - 47º G.E. Tupanciguara
             02 de setembro (domingo) - 24º G.E. SOCEPE/ Colégio Militar
             03 de setembro (segunda) - 22º G.E. Henrique Dias
             04 de setembro (terça) - 94º G.E. Melvin Jones
             05 de setembro (quarta) - 116º G.E. Ar. Augusto Severo
             06 de setembro (quinta) - Desbravadores

             Missa Ecumênica
             05 de setembro (Quarta) - 10h00
             Catedral Diocesana de Santa Maria


             Desfile 7 de Setembro
             Concentração: 07h30 - Duque de Caxias ao lado da Digifoto (ver foto)
             
             
             Solenidade de Abertura: 08h00 
             Veja Croqui da disposição dos Grupos Escoteiros

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Saudação, sinal, lema e aperto de mão





Sinal escoteiro
O sinal escoteiro é feito com os dedos indicador, médio e anular, da mão direita, estendidos e unidos, mantendo-se o polegar sobre o mínimo. Os três dedos estendidos representam as três partes da Promessa Escoteira. Os outros dois, onde o maior se apóia sobre o menor, simbolizam que mesmo os escoteiros mais distantes são unidos, e que o mais forte defende o mais fraco.


Sinal da promessa escoteira
O sinal escoteiro é feito levantando a mão direita com a palma para frente, o polegar pousado sobre a unha do dedo mínimo e os outros dedos esticados e apontados para cima. O sinal da Promessa, com a mão direita a altura do ombro e com antebraço na posição vertical, é usado apenas na cerimônia de promessa, os dedos se apóiam, o maior sobre o menor, simbolizam que mesmo os Escoteiros mais distantes são unidos e que o forte defende o mais fraco.

Distintivo de promessa
O símbolo Escoteiro é a Flor–de-Lis que aponta o Norte nos mapas e nas bússolas. É o distintivo do Escoteiro porque aponta na direção certa, para o alto. Mostra o caminho do cumprimento do dever e da ajuda ao próximo. Suas três folhas, também, lembram os três itens da promessa.
Em 1907, no primeiro acampamento do mundo, a Flor-de-Lis apareceu pela primeira vez simbolizando o ideal do Escotismo. Uma bandeira toda verde, tendo ao centro a Flor-de-Lis na cor amarelo-ouro, sendo hasteada junto com a bandeira Inglesa, durante todo o acampamento. Hoje a Flor-de-Lis é o distintivo Escoteiro em todos os paises que pertencem à fraternidade mundial. A fim de distinguir uma nacionalidade da outra, muitas vezes, o emblema nacional é colocado junto à Flor-de-Lis. No Brasil, o Selo da República, com o círculo de estrelas e o Cruzeiro do Sul é usado para este fim. Sob a Flor-de-Lis há uma faixa com o nosso lema: Sempre Alerta! Sob a faixa, ou listel, há um nó. Seu objetivo é lembrar a boa ação diária, que você deve fazer em beneficio de alguém, sem outra recompensa que a de sentir-se útil.

Saudação escoteira
Todos os portadores do distintivo Escoteiro fazem a saudação, uns aos outros, quando se encontram pela primeira vez no dia. O primeiro a ver o outro é quem toma a iniciativa de saudar, independente do cargo, graduação ou classe.
Os Escoteiros fazem, também, a saudação para cumprimentar autoridades e durante as cerimônias de hasteamento e arriamento da Bandeira Nacional. Quando o Hino Nacional é tocado e não cantado, também, fazemos a saudação escoteira. Quando é tocado e cantado ficamos somente em posição firmes.
Na saudação, a posição dos dedos é igual ao sinal escoteiro, mas a mão toca ligeiramente a fronte do lado direito.


Aperto de mão escoteiro
Parece estranho que os Escoteiros se cumprimentam com a mão esquerda com os dedos mínimos entrelaçados. No entanto, o significado é que um Escoteiro confia no outro. Isso se deve a uma passagem na vida de B.P.
Certa vez, ao estender a mão direita para o chefe da tribo africana surpreendeu-se quando o indígena lhe estendeu a mão esquerda para cumprimentá-lo. Depois o chefe deu a B.P. a seguinte explicação: Aqui os grandes guerreiros se cumprimentam com a mão esquerda, largando para isso o escudo. Assim deixaram claro a sua coragem e a confiança que depositaram no outro, mesmo que esta seja o adversário. Entre nós, os guerreiros são homens de honra e os homens honrados são sempre leais.

O Lema
O nosso lema é: SEMPRE ALERTA
O que significa que você está sempre preparado, atento, física e mentalmente, para cumprir o dever para com Deus, com a Pátria e com o Próximo.

Saudação da UEB
O grito de saudação da UEB é a exclamação “Anrê! Anrê! Anrê!” repetida três vezes, levantando-se a cobertura ou a mão direita com o punho cerrado a cada palavra pronunciada, em resposta a três comandos por apito (a letra “A” em código Morse), ou às palavras “Pró-Brasil”.