sexta-feira, 3 de setembro de 2010

58º aniversário 47º G.E. Tupanciguara


O G.E. Imembui não podia deixar de compartilhar esta felicidade, 
com nossos padrinhos de fundação!
Parabéns ao 47º G.E. Tupanciguara pelos 58 anos de Escotismo,
e que continuem sempre com o mesmo espírito escoteiro de B.P ajudando
nossos jovens!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Escotismo faz 100 anos e reforça currículo


Você já se imaginou ficar aguardando toda a finalização de um processo de seleção num departamento de Recursos Humanos, passar por dinâmicas de grupo, estudar vários detalhes da empresa que possam ajudá-lo a conquistar a vaga durante entrevista individual e depois, ao final de longa trajetória, descobrir que perdeu a vaga para outro candidato que tinha currículo e experiências parecidas, mas com um diferencial que você nem de longe imaginava? Pois é, por mais que se exija do conhecimento dos candidatos, há casos de recrutadores de empresas que, ao chegar próximo da escolha, optaram por candidatos que já tenham vivenciado experiências diferenciadas de escotismo.



Ainda não há dados oficiais sobre o diferencial de ser escoteiro na hora de se conquistar um emprego. Para os escoteiros, no entanto, não há dúvidas de que esse pode ser mais um benefício oferecido a quem pratica essa atividade. A coordenadora de gestão de adultos dos Grupos Escoteiros de Santo André, Maria Aparecida Fernandes de Camargo, relata que um de seus filhos obteve uma vaga justamente pelo fato de ter sido escoteiro. "Ele conseguiu emprego ao terminar a faculdade por ter sido escoteiro; foi o diferencial que fez o currículo dele ser selecionado, dentre vários outros."

Segundo a gerente de Recursos Humanos, Viviane Claudino, fazer parte de grupos escoteiros "ajuda a pessoa a ser mais disciplinada, independente, mais versátil e preparada a lidar com obstáculos". Além disso, Viviane ressalta que, de forma geral, participar de atividades voluntárias e extra-curriculares demonstra iniciativa em procurar novas experiências e interesse em sociabilidade, o que pode ser um importante critério de desempate na hora da escolha de candidatos com perfis semelhantes.

Definido como um movimento de educação não-formal, o escotismo tem como meta formar jovens melhores para a sociedade, ensinando valores através de atividades voltadas para seis áreas da formação humana: física, afetiva, caráter, espiritual, intelectual e social.

A atividade foi criada em 1907 pelo Lorde Baden Powell, soldado britânico que criou uma cartilha chamada ‘Escotismo para meninos'', uma espécie de manual no qual descreve técnicas de primeiros socorros, observação, segurança e solidariedade.

O que começou com um acampamento para 20 rapazes na Inglaterra - e restrito aos homens - cresceu rapidamente e hoje abrange mulheres e homens de todas as faixa etárias. Desde sua fundação, estima-se que mais de 350 milhões de pessoas no mundo já tenham sido escoteiras, prestando auxílio a populações em guerras e desastres climáticos.


Boca-a-boca divulga o movimento no País

Segundo Anderson, a principal dificuldade encontrada pelos escoteiros é a divulgação através dos veículos de comunicação de massa. Os baixos recursos financeiros de que o movimento dispõe limitam a divulgação ao boca-a-boca, como foi possível presenciar durante esta reportagem, quando uma antiga escoteira foi ao grupo solicitar palestra em seu condomínio sobre o escotismo. Atualmente, graças aos avanços tecnológicos, estão surgindo outras formas de divulgação, como os sites, comunidades virtuais e rádios on-line. A manutenção das atividades se dá através do pagamento de mensalidades, semelhante ao que ocorre em um clube, sendo que os valores normalmente variam entre R$ 10 e R4 20, mas podem chegar a até R$ 100 em bairros nobres.

Além desse valor, ainda há o investimento necessário para a compra de uniformes e pagamento por atividades fora da sede. Esses custos variados acabam gerando outra dificuldade para a popularização do escotismo: a elitização.

Algumas das soluções para esse problema são o patrocínio de determinado grupo pela iniciativa privada e políticos, ou principalmente o apadrinhamento de crianças por conta própria.

Há também os grupos considerados carentes, geralmente localizados em periferias, que têm o custo do uniforme reduzido através de tecidos alternativos e são auxiliados por outros grupos escoteiros. Alguns desses grupos recebem também subsídio das prefeituras, através da chamada verba de subvenção, que é uma verba pública destinada a organizações culturais e educativas.

Os grupos se reúnem geralmente aos fins de semana em atividades que levam em média duas horas. Para conhecer o grupo mais próximo de sua casa, visite o site www.escotismo.org.br.


Brasil tem mais de 65 mil escoteiros em atividade

O Movimento Escoteiro chegou ao Brasil em 1910 e é reconhecido desde 1917 como sendo de utilidade pública federal. Em São Caetano do Sul, uma lei de 1964 batizou uma praça localizada no centro da cidade como Praça Baden Powell. Hoje, essa praça é utilizada para atividades do grupo escoteiro que funciona próximo a ela.

É comum ver por ali, por volta de meio dia em sábados ensolarados, cerca de 40 adultos uniformizados que gritam e correm sob o comando de um líder. Parece um treinamento militar, mas são pessoas acima de 21 anos, escoteiras desde pequenas ou que resolveram ser a partir de agora.

É assim, com cursos para crianças a partir de sete anos até adultos sem limite de idade, que o escotismo se mantém vivo há 100 anos no Brasil. Se contarmos apenas os jovens até 21 anos, são mais de 65 mil em atividade no País e 17 mil somente no Estado de São Paulo.

Os grupos são divididos por faixa etária (lobinhos, escoteiros, sêniors, pioneiros e adultos, que atuam como chefes de patrulha ou em funções administrativas de coordenação) e se reúnem para participar de atividades que vão desde o hasteamento da bandeira nacional até jogos variados. As reuniões ocorrem geralmente em espaços cedidos em escolas públicas e as atividades são realizadas duas vezes por semana.


Famosos também já participaram do movimento

Diferenciados pela cor do lenço e pelas insígnias no uniforme, os escoteiros têm como lema a frase ‘Sempre Alerta!''. Usam como cumprimento os dedos anelar, médio e indicador estendidos, significando dever para com Deus, com o próximo e consigo próprio; e o dedo polegar sobre o mínimo, representando a proteção do mais forte sobre o mais fraco.

Muitas pessoas célebres já foram escoteiras, entre elas o ex-governador de São Paulo Mário Covas, Frei Betto e o ator americano Harrison Ford. O vice-presidente José de Alencar, que também já participou do escotismo, deu a seguinte declaração referente à sua luta contra o câncer: "O escoteiro sorri frente às adversidades".


Aberto a pessoas de qualquer idade

Anderson Condrasisen, 39 anos, participa do grupo escoteiro São Francisco de Assis, em São Caetano do Sul, desde seus 12 anos e hoje é diretor técnico do lugar. Fora do escotismo, Anderson é formado em Administração pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) e gerente de Marketing de uma empresa que desenvolve sistemas de informática. Casado e pai de dois filhos, ele diz que o escotismo foi fundamental para sua vida.

Já Maria Aparecida Fernandes de Camargo, 63 anos, tem uma história um pouco diferente. Cida, como é mais conhecida, entrou para o movimento com 39 anos, com o objetivo de acompanhar as atividades de seus dois filhos. Gostou tanto que, hoje, 24 anos depois, é coordenadora da gestão de adultos de Santo André, e coordena os cursos oferecidos a quem, assim como ela, se interessa pelo escotismo mesmo tendo mais de 21 anos.

Na prática, o movimento escoteiro ajuda a comunidade, apoiando os órgãos governamentais em campanhas de vacinação, de doação e sempre que solicitados. Na campanha do agasalho de 2009, por exemplo, os grupos escoteiros de São Bernardo do Campo arrecadaram 20 toneladas de roupas, segundo Henrique Rossi, mais conhecido como Montanha, chefe dos escoteiros do grupo Príncipe de Gales em Santo André e mantenedor do sitewww.escoteirosdoabc.com. No terremoto que atingiu o Haiti em janeiro, a participação dos escoteiros no socorro ao país também foi significativa, coordenando a distribuição de comida e atuando em centros de comunicação.

Fonte: Chloé Pinheiro para o Diário do Grande ABC

terça-feira, 18 de maio de 2010

Homenagens às MÃES

Para homenagear nossas mães, a Chefe Mariana ensinou aos escoteiros a fazerem uma cadernetinha de mercado pra por na geladeira de eva para presentiarem suas mães e logo mais ensaiamos uma música linda!

A mesa foi arrumada com os salgadinhos e um chá, cada escoteiro levou um prato. As 16:00 as mães chegaram e a homenagem para o Dia das Mães foi feita com violão, teclado e muito canto. Logo após, os presentes foram entregues. FOI LINDO!!!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Acantonamento Cozinha Mateira

Foi com muita diversão e bagunça que aconteceu no sábado dia 24 de abril de 2010 o 1º Acantonamento de Cozinha Mateira do Grupo Escoteiro Tupanciguara!

Lobinhos, Escoteiros, Sêniores e Chefia reuniram-se em torno da tradicional lareira do Tupanciguara para desvendar os mistérios das receitas:
-Ovo no espeto
-Arroz sem panela (na caixinha de leite)
-Batata recheada com guisado na brasa
E de sobremesa: Maçã recheada com goiabada na brasa

Depois de muita bagunça e muitas risadas, todos se deliciaram com esse maravilhoso cardápio!

Sempre Alerta!!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Móveis de PET: nossa solução!

Já confeccionamos 4 Puffs e logo começaremos o nosso sofá. Nossa campanha está tendo bons resultados, mas esperamos ainda mais!!!
Abaixo, fotos dos puffs e do nosso futuro sofá:
Faça a sua parte. Ajude-nos a presevar o meio ambiente!
SEMPRE ALERTA!




Dia de Promessa e Especialidades

O dia 26 de Abril, foi um dia muito importante para o Grupo! O escoteiro Marcos renovou a sua promessa e a escoteira Milena realizou a sua promessa! Outros escoteiros receberam especialidades também.
Abaixo, as fotos dos promessados:
Um forte aperto de mão escoteiro para o Marcos e a Milena!! Os Chefes estão orgulhosos!








sexta-feira, 23 de abril de 2010

Dia do Escoteiro


Em razão do Dia Mundial do Escoteiro, resolvemos postar para comemorar, um texto que fala sobre os melhores momentos da nossa Vida Escoteira.

O Grupo Escoteiro Tupanciguara deseja a todos um Feliz Dia do Escoteiro!!

Melhores momentos da vida de um Escoteiro:

· Sua promessa;
· Obter a sua insígnia máxima;
· Receber um distintivo e saber que foi merecido e fruto de muito esforço;
· Passagem de um ramo para outro (na hora parece o pior momento, mas depois vira bom);
· Tomar 'litros' de água fresca em um dia muito quente, sob o sol escaldante do verão, durante uma parada para descanso de uma jornada longa (mesmo sabendo que não é bom beber muita água na caminhada);
· Contar os km que falta para terminar uma jornada, mesmo que esse número seja de 3 dígitos...;
· Dizer 'Cheguei' depois de uma longa jornada...;
· Abraçar os companheiros de jornada e chorar junto após dias de caminhada e o grito de grupo, simbolizando o atingimento de um grande objetivo;
· Cantar em uma fogueira;
· Encenar uma esquete, concebida minutos antes;
· Chorar durante a canção da despedida, no fogo de conselho;
· Ir para a barraca, depois do fogo de conselho ou das atividades noturnas, e ficar horas conversando dentro da barraca com os colegas da patrulha;
· Em plena madrugada, no acampamento, reunir o pessoal de outras patrulhas à beira do fogo e ficar tomando chá, chimarrão, fazendo doce e conversando;
· Trabalhar a noite toda em pioneirias para ficar com o campo pronto para a inspeção do dia seguinte (apesar das mijadas da chefia por não ter ido dormir);
· Sair durante a madrugada para 'atacar' e assuntar as outras patrulhas no acampamento (isso se não for surpreendido pelo chefe em pleno deslocamento com toda a patrulha, e sair com a desculpa de que estavam todos indo mijar e ter as lanternas apreendidas pela chefia);
· Portar com muito orgulho o seu uniforme, e sobre tudo o seu lenço;
· Fazer atividade debaixo de chuva;
· Montar acampamento depois de uma longa caminhada;
· Tirar a mochila das costas;
· Ver que o noviço em seu primeiro acampamento conseguiu carregar a sua mochila sozinho até o local de acampamento;
· Ajudar o companheiro a carregar as suas coisas, porque a mochila rasgou, e chegar ao acampamento com a felicidade de saber que a patrulha conseguiu chegar completa, apesar dos percalços, em função do companheirismo entre todos;
· Revezar com as outras patrulhas o puxar da carrocinha com os materiais de acampamento (barracas, caixa de patrulhas, cordas, materiais de atividades, ferramentas...);
· Conseguir chegar ao final em uma trilha de vários quilômetros, achando o lugar certo... E em um dia de calor infernal, descobrir que é um grande lago, para um memorável e refrescante banho;
· Dar o grito de grupo ao final de um acampamento;
· Fazer amigos;
· Encontrar em uma atividade um escoteiro que não via há muito tempo;
· Chorar, ao se despedir dos amigos, ao final de um acampamento;
· Lembrar, no dia seguinte, do acampamento e dos momentos que estava vivendo com os companheiros - e sentir saudades;
· Sentir saudades do acampamento e dos companheiros, antes mesmo do encerramento do acampamento;
· Voltar à cidade, carregando a mochila e o material, morto de cansaço e fome, com os pés doendo, cheio de saudade do acampamento, mas com a alma tranqüila e o prazer de ter feito o melhor possível;
· Voltar de um acampamento carregando um troféu, mesmo que seja apenas um pedaço de madeira quase podre, em que o chefe fez uma amarra diferente, um corte enviesado ou escreveu alguma coisa...;
· Ganhar uma atividade, que contou com o esforço de toda a patrulha;
· Perder uma atividade, e depois abraçar os escoteiros da patrulha vencedora;
· Poder deixar as pioneirias montadas quando termina o acampamento, porque o proprietário do terreno pediu;
· Poder ajudar a todos, estando Sempre Alerta;
· Acertar uma ou mais questões do vestibular, em função dos conhecimentos que teve quando foi escoteiro;
· Sendo brasileiro, discutir por horas com um escoteiro argentino (geralmente em função de Maradona e Pelé) e, depois de alguns segundos, abraçar o amigo;
· Comer do mesmo prato, e beber do mesmo copo de seus companheiros;
· Comer em uma tampa de panela, porque esqueceu o prato ou porque usou o prato em alguma pioneiria;
· Comer uma comida mateira, às vezes meio crua, às vezes sem sal, às vezes suja porque caiu no chão, às vezes cheio de cinzas ou carvão, da fogueira...;
· Mas feita sem uso de panelas e utensílios...;
· Contar piadas, mesmo que já tenham sido contadas em diversos outros acampamentos;
· Ouvir as histórias passadas pelos outros em outros acampamentos;
· Deitar ao chão para apreciar as estrelas;
· Levar um amigo para ser escoteiro;
· Pintar o rosto de alguém que esta dormindo no ônibus;
· Contar histórias nas noites de atividade;
· Rir das suas necessidades;
· Acordar de madrugada, sair da barraca e não ouvir nenhum barulho, a não ser dos grilos e bichos das matas...;
· Fazer atividades noturnas;
· Encontrar um 'tesouro luminoso', uma simples vela acesa em algum lugar no mato (devidamente escondida e protegida para não causar incêndio), que passou a noite inteira procurando;
· Ensinar algo aos escoteiros menores;
· Ver os escoteiros menores, um dia, passando no vestibular;
· Ouvir os escoteiros menores (e já nem tão menores assim, às vezes até já quase adultos) falando e agradecendo ao antigo monitor ou chefe... E ir às lágrimas com isso, pois estavam se referindo a você;
· Fazer bons trabalhos e estar satisfeito;
· Cantar com braços entrelaçados ao final de grandes eventos;
· Aproveitar o aniversário do seu grupo como se fosse o seu próprio aniversario;
· Tomar um longo banho ao retornar de um acampamento;
· Saber o que fazer para socorrer quem necessita;
· Poder utilizar os conhecimentos de primeiros socorros e ajudar um amigo que vivia caçoando dos escoteiros - e sentir-se bem com isso... E ouvir o amigo fazendo elogios aos escoteiros depois disso;
· Esquentar-se com os companheiros que faz frio nas atividades;
· Tomar um banho gelado no inverno no riozinho na parte dos fundos do canto de patrulha, depois das atividades, em plena madrugada;
· Acordar em um acampamento com o campo todo branco, coberto com uma grossa camada de gelo;
· Ouvir em todo o acampamento os famosos 3 apitos às 6:30 da manhã, chamando para a 'ginástica', para depois disso ir tomar um café quentinho (isso é especialmente nas frias manhãs de inverno - bem, nem tanto quanto à parte de fazer ginástica no gelo)...;
· Escutar o eco do nosso Sempre Alerta!
· Reconhecer a obra de Deus convivendo na natureza;
· Sentir que não está sozinho;
· Sentir que está sozinho (apenas com Deus ali com você, qualquer que seja a sua forma) em uma noite estrelada e silenciosa, no meio do mato - onde pode ouvir os próprios pensamentos e sentir um 'arrepio de espinha' toda vez que ouve um barulho diferente no mato;
· Saber bem o que significa em "Irmão Escoteiro";
· Usar a mão esquerda para cumprimentar alguém, pois para cumprimentar um verdadeiro amigo não é necessário ter escudo...;
· Não ter vergonha em chorar nas cerimônias;
· Dar o grito de sua patrulha;
· Compartilhar o que você tem, mesmo que seja pouco;
· Caso se perca numa mata, saber como encontrar o caminho;
· Ser chamado em caso de emergências na cidade, e poder ser útil e até salvar a vida de alguém;
· Comer chocolate na barraca antes de dormir;
· Ver que seu velho uniforme já não se cabe muito bem;
· Comer salsichas com macarrão por anos, como menu;
· Ver a comida de acampamento cheia de sujeira, galhos e folhas, e mesmo assim comer bastante, saboreando cada pedaço de comida - e achando tudo muito bom;
· Fazer pão de caçador, enrolado em uma vara, e comer depois de assado e esturricado na fogueira;
· Sendo monitor e cozinheiro há anos, ver que outro elemento mais novo aprendeu a cozinhar tão bem, ou melhor, que você, e saber que a patrulha pode sobreviver sem você na cozinha;
· Não poder ir ao acampamento ou à atividade, sendo monitor, e ver que a patrulha funciona direitinho, e ver que os momentos em que você passou ensinando e treinando os seus elementos valeram a pena;
· Fazer as reuniões de patrulha de toda a semana e aproveitar para, depois dos outros assuntos, 'treinar' para a atividade preferida;
· Quando estiver em outro ramo, torcer pela sua patrulha e ver como eles se viram sem você nos acampamentos;
· Rir das peças que lhe são dadas na rua por ser escoteiro;
· Ver uma reportagem sobre o escotismo no jornal ou na TV. E comentar com todo mundo no dia seguinte;
· Servir sem esperar retorno;
· Pensar que envelhecerá e seguirá sendo escoteiro;
· Ter amigos de lugares muito distantes, e ainda que saiba que nunca poderá encontrá-los novamente, lembrar deles com muito carinho;
· Encontrar, na faculdade, no trabalho, na escola ou em qualquer lugar, um amigo escoteiro (do seu grupo ou de outro grupo, ou alguém que você nem conhecia antes) e ver todos curiosos em saber como é que vocês se conhecem e andam de cima para baixo falando de acampamento, atividades e outras coisas do gênero...;
· Encontrar um amigo escoteiro de longe (talvez até estrangeiro) que julgava que nunca mais iria ver;
· Melhor ainda, se encontrá-lo em uma viagem internacional, onde não conhece absolutamente ninguém;
· Assistir McGaiver (Profissão Perigo) na TV - o ídolo de 9 entre 10 escoteiros da década de 80/90;
· Relembrar de um último abraço como o primeiro de uma grande amizade.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Jornada Santo Antão

No dia 14/03 o Ramo Escoteiro realizou sua primeira Jornada de 2010 para o Santo Antão. Foram 4Km (2Km de ida e 2Km de volta) de caminhada sob um sol escaldante. Os escoteiros levaram cada um o seu lanche e muita água. Ao chegar no local, foram realizadas algumas atividades como Pista de Orientação e Pista de Obstáculos. A Patrulha Gavião, com a ajuda das demais patrulhas, encontrou um novo bastão. Ao final da atividade, os escoteiros aproveitaram a água gelada da serra e se refrescaram antes de partirem para mais 2Km de caminhada. Os Chefes André, Cristiano e Dani acompanharam os escoteiros.

Abaixo, algumas fotos da atividade.

Sempre Alerta!

domingo, 11 de abril de 2010

Alcatéia apresenta "Mogli na floresta de Seeonee"


No dia 27 de março de 2010 a Alcatéia Tupandi apresentou orgulhosamente a peça de fantoches "Mogli na floresta de Seeonee".

A Kaa Mariana está muito feliz com o crescimento da Alcatéia.

Abaixo as fotos desse momento inesquecível em que a platéia abrilhantou o momento de teatro e alegria.



I Acantonamento de Cozinha Mateira

Convidamos a todos a virem participar do I Acantonamento de Cozinha Mateira do Grupo Escoteiro Tupanciguara. Maiores informações com a Chefe Mariana através do e-mail: marianagaida@gmail.com

Segue divulgação

Sempre Alerta!!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

II Camporee Escoteiro Gaúcho

A Tupanciguara esteve lá, abaixo o certificado de participação do escoteiro Matheus, 
honrosa participação.

da esquerda para a direita, Melvin Jones, SOCEPE, HD, Tupanciguara (Matheus)  e HD novamente
clique nas imagens para visualizar todas as fotos

QUARTA-FEIRA, 3 DE FEVEREIRO DE 2010


Segunda-feira foi agitada no Camporee Gaucho

A segunda-feira começou com uma rotina do Camporee: a unidade móvel da Radio Camporee percorrendo os subcampos pra acordar a molecada com muita música. O Argus foi o piloto e eu me vesti de mendigo. Escolhemos uma trilha bem alegre e mandamos ver.
Após o café da manhã, a galera foi se preparando para as atividades do dia. Os escoteiros, divididos em quatro subcampos, realizaram atividades por bases, da mesma forma como haviam feito no sábado: lagoa do peixoto, trilha de obstáculos, bases de reciclagem e atividades na lagoa do Parque. Para o Ramo sênior, a função foi outra: o povo trabalhou duro pela manhã, construindo catapultas, escudos, arcos e armaduras - tudo em preparação para o grande jogo da tarde. Enquanto isso, os pioneiros embarcavam em um ônibus, rumo a uma grande aventura: a subida do morro da Borrússia, em cujo topo, em um mirante, se pode contemplar a indescritível beleza natural da região. O passeio seguiu até a Lagoa da Pinguela, onde a turma se divertiu e se refrescou nas águas calmas,retornando ao Campo só no fim da tarde.

Tarde quente na lagoa
As mornas águas da lagoa do Parque Osório foram testemunhas de uma verdadeira guerra que aconteceu durante a tarde. Quatro exércitos de sêniores e guias de caras pintadas, invadiram o local em um jogo disputadíssimo, construindo castelos e matando os oponentes com bombas de tinta. A guerra felizmente terminou sem mortos ou feridos, apenas com a galera na água, esticando a diversão.

Encerramento
E como tudo que é bom dura pouco, eis que a noite chegou. E trouxe com ela o momento de finalmente dizer "não é mais que um breve adeus". A cerimônia de encerramento, conforme nossa rádio anunciou, teve pouco discurso e muitas emoções. As tochas se apagaram, as bandeiras foram arriadas. Quem não vibrou com a abresentação da delegação paraguaia? Quem não mexeu as cadeiras com as danças gauchas trazidas pelo CTG? Quem não se emocionou com os fogos de artifício e a contagem regressiva? E no fim de tudo, ainda invadimos o palco e colocamos som pra turma, com direito a funk escoteiro cantado pelo animado Chefe Cutis. Muitos abraços, muita troca de contatos, algum choro, e no fim das contas, é o que de mais valor trazemos de uma grande atividade escoteira: troca de amizades, integração, boas lembranças e certeza de que passou rápido demais e que faríamos tudo outra vez.

DOMINGO, 31 DE JANEIRO DE 2010


Equipe do “Patrola” agita o II Camporee

A agitação de sábado à tarde no II Camporee Escoteiro Gaúcho, no Parque Marechal Osório, em Tramandaí, ficou por conta da presença da equipe do “Patrola”, da RBS TV, programa voltado ao público jovem que vai ao ar às 11h30 de sábado. O apresentador Ico Thomas pensou em uma maneira diferente para mostrar o acampamento que reúne 1.200 escoteiros, jovens em sua grande maioria. Ele convidou a banda “Área Restrita”, uma das atrações do Planeta Atlântida.


Para o pessoal da TV, era mais uma boa pauta, com uma boa história. Para os participantes do II Camporee, uma festa. E ao final da reportagem, tudo virou mesmo uma festa. Ico e os integrantes da “Área de Risco” brincaram na grande atração do acampamento, um barco viking construído com madeira e amarras. Ico era um dos mais entusiasmados com a brincadeira.
Claro que esse foi o jeito que o programa encontrou para contar, de forma bem-humorada e descontraída, a história do II Camporee, que termina no próximo dia 2. Nesta segunda-feira, 1º, ocorre o encerramento do evento.